Mostrando postagens com marcador Cinema Brasileiro. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Cinema Brasileiro. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 24 de abril de 2013

Nelson Pereira dos Santos: Orgulho do Brasil



PROGRAMAÇÃO DE DEBATES - BAIXA AUGUSTA – 1º. SEMESTRE - 2013
Data
Assunto
Leitura
26/04
Nelson Pereira dos Santos
O cinema brasileiro até Vidas Secas
24/05
Fellini
O cinema italiano até o neorrealismo
21/06
Leon Hirszman
O cinema brasileiro até a década de 1980
26/07
Fritz Lang
O cinema alemão ontem e hoje
LOCAL
Bar ESPETÃO
R. Frei Caneca, 1395 – Perto da av. Paulista.
HORÁRIO
20 HORAS
Sempre às sextas-feiras



Nesta sexta-feira, o Cineclube Baixa Augusta discute Nelson Pereira dos Santos no restaurante Espetão. Horário, endereço etc. confira na programação acima.

Não tem sido fácil para esse grupo abnegado de baixistas augustistas manter acesa a chama do cineclubismo. Porém, a luta continua, até que nossos governantes tomem vergonha na cara e assumam uma atitude decente em defesa do cinema de qualidade e do patrimônio audiovisual brasileiro, constituído com garra, mas também com muito sacrifício e pouco reconhecimento.
Em que pesem os erros e desentendimentos entre lideranças e linhas de pensamento e atuação do cineclubismo brasileiro, esse movimento tem procurado sensibilizar setores da sociedade e de diversos governos ao longo do tempo para a obrigação que todos temos de preservar e difundir a nossa memória cinematográfica e de estimular a produção nacional. Não é sem tristeza que ainda assistimos iniciativas absolutamente paliativas e sem rumo estratégico para nossas telas.

Estamos fazendo a nossa parte, porém, ai de nós, como é pouco. Vamos ao tema desta próxima sexta feira: o gigante NELSON, orgulho do Brasil, PEREIRA DOS SANTOS.

A ideia é discutir a filmografia desse grande cineasta cujo talvez único erro tenha sido topar ingressar na Academia Brasileira de Letras, que as más línguas acusam de enterrar a reputação de nossos melhores escritores. De todo modo, é uma lástima saber que o grande Nelson Pereira é parceiro de Merval Pereira, esse lixo da imprensa malcaratista, em qualquer coisa, até em mesa de jogo de palitinhos.

terça-feira, 19 de fevereiro de 2013

O céu sobre os ombros

Retomamos nossas atividades neste dia 15 de fevereiro, com o filme
 O céu sobre os ombros
www.oceusobreosombros.com
O filme conta a história de três pessoas anônimas, comuns. São histórias inventadas pela vida, pelos personagens, pelo filme, de pessoas que vivem num contexto entre o cotidiano, o exótico e a marginalidade. O filme é um gesto para revelar o quanto somos todos tão humanos, e quão semelhantes são nossos medos e desejos.

A narrativa acompanha alguns dias da vida de três personagens: Everlyn é uma transexual que fez mestrado sobre os diários de um hermafrodita do século XIX e vive entre a prostituição e os cursos de sexualidade que ministra como professora. Murari é um devoto da religião Hare Krishna e do time de futebol do Atlético Mineiro, líder de torcida organizada. Lwei é africano descendente de portugueses e escreve vários livros ao mesmo tempo, sem nunca ter chegado à conclusão de nenhum. Nunca trabalhou.

Apesar de não se conhecerem, vivem na mesma cidade, se relacionam com a escrita, tem cerca de 30 anos e famílias distantes. Eles não se encontram no filme, mas constantemente seus desejos e seus medos se cruzam, se interpenetram e criam uma rede de perguntas e respostas, de posicionamentos distintos e afins.

FICHA TÉCNICA
O Céu Sobre os Ombros
71min | 35mm | cor | 2010
Direção: Sérgio Borges
Elenco: Everlyn Barbin, Edjucu Moio, Murari Krishna e Grace Passô
Produzido por: Helvécio Marins Jr., Sérgio Borges , Luana Melgaço e Felipe Duarte
Produtora Associada: Primo Filmes
Produção Executiva: Luana Melgaço
Direção: Sérgio Borges
Fotografia: Ivo Lopes Araújo
Montagem: Ricardo Pretti
Roteiro: Manuela Dias e Sérgio Borges
Parceria Artística: Clarissa Campolina
Pesquisa de personagens: Izadora Fernandes
Direção de Produção: Mariana Freitas
Som direto: Bruno Vasconcelos
Edição de som: Gustavo Fioravante
Mixagem de som: Ronaldo Gino
Assistente de direção: Aline X
Finalização de Imagem: CinePro
Assistente de fotografia e som: Bernard MachadoAssistente de produção: Diogo LisboaFinalização de Imagem: CineProAssessoria Jurídica e contábil: Diana GebrimProjeto gráfico: Três design e Fred Paulino
Site: três design
Distribuição Nacional: Vitrine FilmesDistribuição internacional/World Sales: FiGa Films


*     *     *
A exibição transcorreu sem maiores incidentes, todavia o debate quase chega às vias de fato, com gente saindo pisando duro sem mais aquela, enquanto outros, sobe o álibi "gente, estou passado", enganchou vários golpes de esquerda, jabs e outros lances do bom, velho e saudável cineclubismo. A pancadaria verbal prosseguiu bares abaixo na baixa Augusta que, afinal de contas, foi feita para tanto ou mais.

*     *     *
Nas duas próximas sextas feiras , 22 de fevereiro e 1o. de março, serão realizadas SESSÕES-SURPRESA. Cada um leva um DVD em bom estado de  um filme que deseja ver. Na ora, no calor da discussão, será escolhido o filme a ser exibido. A escolha será ou por sorteio, ou por voto, pela força bruta ou por força das circunstâncias.

SEMPRE NO MESMO ESPAÇO ITAÚ DE CINEMA, SALA DE CURSO, ÀS 19,30 H.

terça-feira, 4 de dezembro de 2012

Meow e outros curtas brasileiros


NESTA SEXTA
7 de dezembro
ÚLTIMA SESSÃO DO BAIXA AUGUSTA ESTE ANO
Não há como negar: Meow, Animação de Marcos Magalhães,  é um marco na história do cinema de Animação Brasileiro.

A história do gatinho que se rende ao charme da publicidade para deixar de tomar leite é um ponto de referência para muitos animadores, animaníacos, professores e fãs do cinema. Tanto é que, em 1982 ganhou o prêmio especial do Juri no Festival internacional do Cinema de Cannes. Um dos mais aclamados festivais de cinema do mundo.



O curta de animação “Meow”, de Marcos Magalhães, produzido em 1981, me fez lembrar duas referências, uma histórica e outra cultural: a primeira sendo o boicote aos produtos britânicos em protesto empreendido por Mahatma Gandhi em defesa do uso entre os seus conterrâneos de vestimentas a base de algodão, o que contrariava os interesses da crescente e poderosa indústria têxtil inglesa que dominava seu país, a Índia; O outro, subsídio cultural surgido depois do lançamento desse curta de Magalhães, é a música dos Titãs, “Comida”, na qual em algumas estrofes vemos as seguintes frases... “Você tem fome de que? Você tem sede de que?”.

E qual é a relação entre a animação “Meow” e essas duas referências tiradas do baú por mim? Em primeiro lugar é importante destacar que a obra de Marcos Magalhães parece, a princípio, datada, ou seja, fruto de uma época. Não é. Logicamente essa produção espelha idéias que naquele início de década de 1980 estavam em voga, motivadas em particular pela batalha ideológica que se travava entre capitalistas e socialistas, aliados dos Estados Unidos e simpatizantes da União Soviética.

Mas não creio que esse documento audiovisual seja datado. Penso que há ainda bastante atualidade em suas idéias, em especial no que se refere à crítica evidente em relação à aculturação de países mais pobres, subdesenvolvidos ou em crescimento, com a substituição dos valores de suas culturas originais pelos estandartes dos países dominantes, situação essa que hoje em dia ainda persiste e que é identificada como conseqüência, sem contra-indicações, da globalização.

Outro aspecto que salta aos olhos e que pode ser utilizado como elemento de reflexão e debate é a substituição do leite pela “soda” (refrigerante) como alimento do personagem principal, o gato. Devendo-se também adicionar a essa reflexão o fato do gato miar em língua estrangeira... Os sons por ele emitidos não são escritos no tradicional “miau” da língua portuguesa e sim, no modelo identificado a partir do idioma de Shakespeare, o inglês, estando grafado como “meow”, inclusive no título...

A comparação com Gandhi e com a música “Comida”, dos Titãs, caminha, portanto, nessa trilha, ou seja, a da imposição evidente de valores, práticas, produtos, ações e até mesmo de uma linguagem estrangeirizada, um tanto quanto alienígena aos princípios e bases das civilizações que recebem essas influências e que, mobilizadas pela força do capital, da mídia, dos interesses políticos e do poder das corporações, pouco ou nada pode fazer para resistir...

Por João Luís de Almeida Machado, que viveu os anos da guerra ideológica entre EUA e URSS e percebe que os resquícios daquela época ainda estão por aqui...



quarta-feira, 3 de agosto de 2011

Programação do 2o. Semestre: Viva, voltamos da férias!

R. Augusta, 1239 - Cj. 13 - São Paulo - SP


Caros amigos:

O Cineclube Baixa Augusta volta das férias de julho com uma bela programação, relativa à segunda parte do ciclo Cinema e Literatura, cujo título é dedicado a nosso amigo, o polêmico Antônio Gouveia Jr.

O primeiro semestre versou sobre adaptações cinematográficas de obras relevantes de nosso teatro. No segundo semestre, a programação contempla romances, novelas, contos, crônicas e poesia que chegaram às nossas telas.

Como sempre, numa quinta, estudaremos com nossos olhos, mentes e corações as obras, na quinta posterior, realizaremos fórum de trocas culturais. Porém neste semestre, os fóruns, além de discutir o filme da semana anterior, terá sempre uma sessão “pinga-fogo” com profissionais, artistas, técnicos ou intelectuais envolvidos com lides cinematográficas ou simpatizantes.

Os fóruns são filmados pelo impagável João Luís de Brito Neto, e depois viram documentário à disposição de todos, mediante o pagamento de módicas quantias pecuniárias. Aliás, o epíteto “impagável” de JB se deve ao fato de que o pessoal enrola e não paga seus préstimos devidamente. Tudo bem, ele diz, ainda bem, dizemos nós.

Compareçam em massa e, não querendo entrar para a categoria “impagável”, tragam uns parcos dinheirinhos para a gente ajudar na manutenção da sala do Centro Cineclubista que, como não é Centro Alquimístico, ainda não conseguiu converter cobranças e ouro, uma vez que o senhorio não aceita tornar-se impagável, e não adianta dizer a ele que nosso filme predileto é “Brasileiro, profissão esperança”.

O primeiro do semestre é Budapeste. Leia o quadro as seguir, com toda a programação do semestre.

Viva o cinema brasileiro! Viva o cineclubismo brasileiro!

Baixa Augusta – Ciclo Antônio Gouveia Jr. de Cinema e Literatura



Ago (2000)
Dia
Evento
4
Budapeste (2010)
Valter Carvalho
11
Mário DJ: A produção digital hoje.
18

Policarpo Quaresma, herói do Brasil (1998)
Paulo Thiago
25
Maristela: A mulher na produção cinematográfica hoje.
Set (1990)
Dia
Evento
1
FILME SURPRESA
8
Diomédio Piskator: Memórias da Boca.
15
Memórias póstumas de Brás Cubas (2000)
André Clotzel
22
Diogo Gomes: Cinema e literatura.
29
A ostra e o vento
Walter Lima Jr.
Out (1980)
Dia
Evento
6
Grupo Ô de Casa: Música e Cinema
13
A hora da estrela (1985)
Susana Amaral
20
João Luís: “Era uma vez no meu bairro”
27
Sete dias de agonia (1982)
Denoy de Oliveira
Nov (1970)
Dia
Evento
3
Clery Cunha: Cidade Tiradentes nas telas do cinema.
10
Tendas dos milagres (1977)
Nelson Pereira dos Santos
17
Marcelo Fontana: Presença da África.
24
Macunaíma (1969)
Joaquim Pedro de Andrade
Dez (1960)
Dia
Evento
1
Miguel Batista: Produção popular.
8
Vidas Secas (1962)
Nelson Pereira dos Santos
15
Encontro cineclubista de encerramento anual.




terça-feira, 28 de junho de 2011

Tempos de Paz, de Daniel Filho

Filme de Daniel Filho estrelado por Tony Ramos e Dan Stulbach, Tempos de Paz narra o tete-a-tete entre um imigrante polonês e um policial torturador ao final da II Guerra e nos estertores do Estado Novo getulista.

O filme é baseado na peça teatral “Novas Diretrizes em Tempos de Paz”, de Bosco Brasil, que também assina o roteiro do filme. A peça recebeu os prêmios Shell (Autor, Ator e Iluminação) e APAC (Associação Paulista dos Críticos de Arte - Autor e Ator).

Sociedade e política recebem novamente leitura do cinema brasileiro que, pela ótica de Daniel Filho, técnicos, atores e atrizes, ilumina na tela dobras sombrias da história do Brasil.

Ficha Técnica
Título original: Tempos de Paz
Gênero: Drama
Duração: 82 min.
Lançamento (Brasil): 2009
Distribuição: Downtown Filmes
Direção: Daniel Filho
Assistente de direção: Cris D'amato, \Cininha De Paula, Bruno Garotti
Roteiro: Bosco Brasil
Produção: Daniel Filho
Direção de produção: Sylvia Ramos
Produção executiva: Julio Uchôa, Claudia Bejarano
Co-produção: Globo Filmes, Lereby Produções, Downtown Filmes
Som: Zezé d'Alice
Fotografia: Tuca Moraes
Desenho de produção: Engênia Maakaroun
Direção de Arte: Cristina Cirne, Marcos Flaksman, Odair Zani
Figurino: Antônio Araújo, Marilia Carneiro
Edição: Diana Vasconcellos
Maquiagem: Rose Verçosa
Elenco

Tony Ramos (Segismundo), Dan Stulbach (Clausewitz), Daniel Filho (Dr. Penna), Louise Cardoso (Clarissa), Ailton Graça (Honório), Anselmo Vasconcelos (João), Leonardo Thierry (Capitão do Navio), Maria Maya (Enfermeira), Iafa Britz (Emigrante), Bernardo Jablonski (Professor Mesquita), Felipe Martins (Ratinho), Camila Lins (Criança Húngara), Pablo Sanábio (Oswaldo), Breno de Filippo (Policial 2 Imigração), Ewa Maria Parszewska (Havah), Marcos Flaksman (Padrinho), Liliane Mija (Passageira Romena), Atila Balazs Szemeredi (Passageiro Húngaro), Alexandre Bordalo (Barbosa (Motorista), Zezé d'Alice (Florinda), Carlos Henrique Case (Oficial 3), Nilvan Santos (Castilho (Diretor do Presídio), Ewa Stulbach (Senhora Ruiva), Ricardo Marecos (Policial 1 Imigração), Ion Muresanu (Senhor Romeno).

*             *             *

Caros Cineclubistas:

Na próxima quinta-feira, 30 de junho,  às mesmas indefectíveis 20 horas, assistiremos e estudaremos com nossos olhos, ouvidos, sistema nervoso central e coração – a parte mais importante desse sistema – ao último filme do semestre, Tempos de Paz, de Daniel Filho, com Tony Ramos e Dan Stulbach.

Esse filme, cujo debate ocorre na semana posterior, primeira quinta de julho, no mesmo bat-horário e mesmo bat-lugar, encerra a primeira parte, dedicada ao teatro, do nosso ciclo Antônio Gouveia Jr. de Cinema de Literatura brasileiras. Os filmes cobriram 8 décadas de nossa produção teatral e cinematográfica, de 1940 a 2000. Os debates, documentados em vídeo por João Luís de Brito Neto, constituem um verdadeiro curso de cinema brasileiro pela ótica revolucionário do cineclubismo.

Essa primeira parte do ciclo é uma vitória do cinema brasileiro que, por canais cineclubistas, vai fazendo sua história de resistência  a despeito das estatísticas acima de quaisquer suspeitas da ANCINE, para a qual o público só existe se pagar bilhete em cinema de shopping center. Aliás, os dirigentes da dessa Agência deveriam ter coragem de propor de vez a mudança de nome para Agência Nacional de Cinema DE MERCADO, uma vez que é disso de que se trata.

Nossas sessões de quintas-feiras, seguidas de debates nas quintas posteriores, são um movimento contínuo, firme, amoroso de resistência. Por isso, é importante que essa primeira parte do Ciclo seja encerrada com sala cheia, e que o de bate na quinta posterior, 7 de julho, seja um ato convicto em defesa do cinema brasileiro. Nesse caso, sala lotada faz diferença, pois indica a força de nossa decisão.

Por isso os que organizamos o Cineclube Baixa Augusta convidamos todos à nossa sessão de quinta próxima, não apenas para assistir a um filme da recente cinematografia brasileira, Tempos de Paz, mas para emprestar seu apoio à nossa luta em defesa do cinema brasileiro e contra o imperialismo cultural, que trata nosso espaço simbólico audiovisual como território invadido e ocupado, como um backyard, literalmente quintal dos fundos de seus hambúrgueres culturais, cheios de gordura e calorias, mas sem “sustança” e sabor verdadeiros.

Venha, traga os amigos e empreste seu apoio à luta pela expulsão das  tropas invasoras de parte do nosso território simbólico audiovisual, afinal, 90% de ocupação é um pouco demais, não acham?


Viva o cinemba brasileiro!
Viva o cineclubismo brasileiro!
Viva o nosso amigo Antônio Gouveia Jr.

CINECLUBE BAIXA AUGUSTA

Centro Cineclubista de São Paulo
R. Augusta, 1239 – Cj. 13


*     *     *

PROGRAMAÇÃO - PRIMEIRO SEMESTRE
A PARTIR DE MARÇO - 2011
Sempre às quintas-feiras, 20 horas.


MÊS
DIA
FILME
ANO
DIRETOR
PEÇA
MARÇO
3
O ébrio
1946
Gilda Abreu
O ébrio, Peça de circo de Vicente Celestino
10
Fórum "O Ébrio"
17
Terra é sempre terra
1951
Tom Payne
Paiol velho, de Abílio Pereira de Almeida
24
Fórum "Terra é sempre terra"
31
A falecida
1965
Leon Hirszman
A falecida de, Nelson Rodrigues
ABRIL
7
Fórum "A falecida"
14
A compadecida
1969
George Jonas
O auto da Copadecida, de Ariano Suassuna
28
Fórum "A compadecia"
MAIO
5
Dois perdidos numa noite suja
1971
Braz Chediak
Dois perdidos numa noite suja, de Plínio Marcos

19

Fórum "Dois perdidos numa noite suja"
26

À flor da pele

1976

Fco. Ramalho

À flor da pele, de Consulelo de Castro
JUNHO
2
Fórum "À flor da pele"
9
Ópera do malandro
1986
Ruy Gyerra
Ópera do Malando, de Chico Buarque de Holanda
16
Fórum "Ópera do malandro"
30
Tempos de paz
2009
Daniel Filho
Novas diretrizes em tempo de paz, Bosco Brasil
JULHO
7
Fórum "Tempos de paz" e encerramento do 1o. semestre

OS FÓRUNS, sempre nas quintas-feiras posteriores às exibições, têm formato criativo. Além de debate sobre filme, peça adaptada e respectivos diretores e dramaturgos, sempre se contará com presença de atores, técnicos e pesquisadores. Nos fóruns orrerão também exposição de objetos artísticos, recitais poéticos e espetáculos musicais relativos à trilha sonora do filme ou da peça. Nos fóruns também haverá lugar para feira cultural, cujo tema relaciona-se ao filme da semana.

Com isso, o Cineclube Baixa Augusta e o Centro Cineclubista de São Paulo querem articular artistas e agentes culturais em torno do cinema brasileiro e da militância cineclubista.

VIVA O ARTISTA BRASILEIRO!
VIVA O CINEMA BRASILEIRO!
VIVA O MOVIMENTO CINECLUBISTA BRASILEIRO!