Próxima sexta-feira, 20 horas, 27 de julho na sala de cursos do Espaço Itaú de Cinema-Rua Augusta
No ano 1.000 D.C., um bravo cavaleiro parte da França para
tomar posse de suas terras. No caminho, ele é assaltado e assassinado por um
bando de foras-da-lei que, de posse da escritura, decidem pegar por si o
terreno. Para isso, eles precisam de alguém que finja ser o cavaleiro e acabam
encontrando a pessoa perfeita no atrapalhado Brancaleone. Começa aí uma incrível
aventura, onde Brancaleone e seus homens enfrentam os mais diversos perigos: a
peste negra, os sarracenos, os bizantinos, resultando em um dos filmes mais
divertidos e criativos do cinema até hoje.
FICHA TÉCNICA
Título no Brasil: O Incrível Exército de Brancaleone Título
Original: L´Armata Brancaleone País de Origem: Itália / França /
Espanha Gênero: Comédia Tempo de Duração: 116
minutos Ano de Lançamento: 1966 Site Oficial: Estúdio/Distrib.: SPECTRA Direção:Mario
Monicelli
Dia 29 de junho, 20 horas - Sala de cursos do Espaço Itaú de Cinema - Rua Augusta.
Título original:
Midnight cawboy
Direção:
John
Schlesinger
Elenco:
Dustin Hoffman, John Voight, Sylvia Miles, Brenda Vaccaro.
Duração: 113 minutos
Joe Buck é um cowboy inocente do Texas que tenta a sorte na cidade grande de Nova York, pensando em prostituir-se com ricas mulheres. Porém, o que ele descobre na verdade é uma dura realidade, que só se faz valer a pena através da amizade de um vagabundo conhecido como Ratso.
Ganhou 3 Oscars: Melhor Filme, Melhor Diretor e Melhor Roteiro Adaptado, além de ter recebido outras 4 indicações: Melhor Ator (Jon Voight e Dustin Hoffman), Melhor Edição e Melhor Atriz Coadjuvante (Sylvia Miles).
CURIOSIDADES
Dustin Hoffman usou pedras no seu sapato durante toda filmagem para que seu personagem (que manco) ficasse convincente em todas as cenas.
John Voight é pai de Angelina Jolie. Explica-se, então, aqueles lábios, que não são obra, pois, de cirurgião plástico.
De Roberto Rossellini Com Anna Magnani e Aldo Fabrizi
Entre
1943 e 44, Roma, sob ocupação NAZI, é declarada "cidade aberta", para
evitar bombardeios aéreos. Nas ruas, comunistas e católicos deixam as
suas diferenças de lado para combater os alemães e as tropas fascistas. Filmado
logo após a libertação da itália, em locais reais e com atores
amadores, Roma, Cidade Aberta tornou-se no marco inicial do neo-realismo
italiano, que mostrou ao mundo que era possível fazer-se cinema mesmo
sob as condições mais precárias. O filme é considerado um dos maiores da
história do cinema pela crítica mundial. Este filme foi um dos
grandes marcos do cinema europeu, por ter marcado o início do
neo-realismo no cinema transalpino. O filme, muito devido à sua
temática, foi o primeiro filme europeu a ser exibido nos Estados Unidos
da América depois do fim da Segunda Guerra Mundial e conheceu grande
popularidade. Devido a tal, Rossellini recebeu diversos convites para
filmar em Hollywood, algo que não chegou a concretizar. Este clássico
foi filmado secretamente ainda numa capital ocupada pelos nazis. Para
passar despercebido, Rossellini não utilizou equipamento de som durante
as filmagens. O realizador chegou mesmo a recrutar elementos da
Resistência italiana para fazer figuração. Toda a história é filmada em
tom de documentário, suportado num excelente trabalho de fotografia de
Ubaldo Arata, com uma narrativa e visualismo bastante crus, algo
inusitado para a época e que influenciaria uma escola de realizadores
que incluía nomes como John Cassavetes e Robert Altman. O filme venceria
a Palma de Ouro do Festival de Cannes em 1946. O argumento, elaborado
por Federico Fellini e Sergio Amidei foi nomeado para o Óscar de Melhor
Argumento Original.
Dia 27 de abril, na sala de cursos do Espaço Itaú de cinema da rua Augusta
Dir. Ingmar Bergman
Berlim, novembro de 1923. Abel Rosenberg (David Carradine) é um
trapezista judeu desemprego, que descobriu recentemente que seu irmão,
Max, se suicidou. Logo ele encontra Manuela (Liv Ullmann), sua cunhada.
Juntos eles sobrevivem com dificuldade à violenta recessão econômica
pela qual o país passa. Sem compreender as transformações políticas em
andamento, eles aceitam trabalhar em uma clínica clandestina que realiza
experiências em seres humanos.
Curiosidades, bastidores, novidades, e até segredos escondidos de "O Ovo da Serpente" e das filmagens!
- O papel principal de Abel foi oferecido para Dustin Hoffman, mas o ator recusou o convite;
- Ingmar Bergman fez uso de umas de suas marcas registradas ao batizar um personagem com o sobrenome Vergerus;
- As filmagens ocorreram entre outubro e dezembro de 1976;
-
O diretor queria matar um cavalo diante das câmeras para mostrar o
desespero do povo alemão durante a crise de 1923. David Carradine avisou
que, se ele fosse adiante com o plano, abandonaria a produção;
-
Apesar de ter aceito a condição imposta pelo ator, o cineasta matou um
cavalo e parte de seu corpo foi oferecido por um homem miserável para o
personagem de Carradine;
- No começo do filme, a personagem
Manuela (Liv Ullman) diz que mora na Bergmanstrasse, ou seja, o mesmo
que Rua de Bergman, nome do diretor do longa.
Viste o excelente site: http://www.adorocinema.com
Amigos cineclubistas de São Paulo e amantes do bom cinema:
Informamos com muita alegria que conseguimos retomar a
atividades deste terceiro ano do Cineclube Baixa Augusta, que terá suas
sessões-debate no Espaço Itaú de Cinema (Antigo Espaço Unibanco de Cinema), da rua Augusta, na sala 6,
reservada para cursos, reuniões audiovisuais e debates.
Agradecemos de coração ao amigo Adhemar Oliveira,
idealizador e animador-mor desse Espaço em que o bom cinema mundial respira
todos os dias e bem.
Um VIVA! para ele.
É preciso agradecer também ao Ronaldo Rangel, da livraria do
Espaço Itaú (antigo Unibanco), que se esforçou para conquistar uma beiradinha desse espaço
privilegiado do cinema de São Paulo para nossas sessões mensais.
Um VIVA! para ele também.
Neste mês de março, nossa sessão-debate de início de
temporada ocorre amanhã, 29 de março, às
20 horas.
ANOTEM A PROGRAMAÇÃO,
que também está disponível em nosso blog:
Data
Título
Direção
Gênero
Elenco
Origem
29/03
Meu nome é
ninguém
Sérgio Leone
Westen Spaghetti
Henry Fonda e
Terence Hill. Trilha: Enio Morricone
Sempre às 20 horas
Na Sala 6 (de cursos) do Espaço Itaú de Cinema da rua Augusta
(Antigo Unibanco)
GRÁTIS
VIVA O CINEMA!
VIVA O CINECLUBISMO!
VIVA O RECALCITRANTE
CINECLBUE BAIXA AUGUSTA!
AMANHÃ, 29 de março:
MEU NOME É NINGUÉM
Il Mio Nome è Nessuno
De TONINO VALERII (1973, 35MM, 117 min, Itália/França/Alemanha,), Meu Nome é Ninguém marca a despedida de uma turma de veteranos. É
a última atuação de Henry Fonda em faroestes e a última vez em que Sergio Leone
esteve associado oficialmente a um produto do gênero, como produtor e
argumentista, cedendo a batuta da direção a seu assistente de longa data,
Tonino Valerii. E, considerando o retrospecto autoconsciente das obras de
Leone, também um filme que terá a despedida como trama, verdadeiro epitáfio doSpaghetti –
é o funeral de um espírito. Jack Beauregard (Henry Fonda) é o último dos pistoleiros
do Velho Oeste, mas sua aposentadoria é adiada quando o atrevido Ninguém
(Terence Hill) lhe oferece a chance de entrar na História ao propor que
enfrente o Bando Selvagem, 150 homens contra ele, apenas. São várias as
piscadelas de para os aficionados pelo Western, e nenhuma delas entrega
tanto o jogo quanto a cova que Beauregard e Ninguém encontram num cemitério
navajo, onde lê-se “Sam Peckinpah”. É a rendição mais direta à tradição
clássica americana, sobretudo por trazer dois sujeitos de moral indubitável
como protagonistas, prezar a construção de personagens e a estrutura do drama.
O gênero vira um parque de diversões para o engraçadíssimo Hill em todo o vigor
de suas caras e bocas, mas Fonda luta contra a vista cansada e a falta de
fôlego para seguir adiante. Seu monólogo final, ao mesmo tempo sereno e
dolorido, é o fade to black possível para um cinema que dependeu
tanto da luz do sol, mas que sabe reconhecer a chegada do alvorecer.
por Rodrigo de Oliveira
Título Original: Il Mio Nome è Nessuno
Ano de Lançamento: 1975
País de Produção: Itália/França/Alemanha
Cor: Cor (Technicolor)
Formato de Exibição: 35mm
Duração: 117 min.
Direção: Tonino Valerii
Roteiro: Ernesto Gastaldi
Trilha Sonora: Ennio Morricone
Fotografia: Giuseppe Ruzzolini
Montagem: Nino Baragli
Produção: Rafran Cinematografica, Les Films Jacques Leitienne, La
Société Imp.Ex.Ci, La Société Alcinter e Rialto Film Preben-Philipsen
Pelo segundo ano consecutivo conseguimos levar até o fim o ciclo de cinema programado. Todos os debates foram filmados pelo cineasta João Brito e, com isso, formou-se uma memória significativa de nossas atividades.
O Ébrio, de João Pinheiro
Houve altos e baixos, e baixos e profundos, com sessões bastante concorridas e outras em que três heróis da resistência na sala jogaram palitinhos durante a projeção.
Porém, o grupo e cada um de seus participantes realizou muito neste ano, de lançamento de filmes, HQs e livros à produção do primeiro número do O BAIXA AUGUSTA, nosso guia de programação com o Centro Cineclubista de São Paulo.
Houve também realizações impublicáveis que, por essa razão, houvemos por bem não publicar, ponto.
O desafio da permanência foi vencido mais uma vez, resta saber se isso é uma boa notícia, e nosso FÓRUM CINECLUBISTA, (quinta-feira próxima, 15 de dezembro, a partir das 19,30 horas, no mesmo Centro Cineclubista, sito à r. Augusta 1239, cj.13) é a oportunidade de, olho no olho, reafirmarmos nossa permanência no próximo período, em que pesem as dificuldades que estamos aqui para criar (senão a vida não tem graça) e para solucionar (senão a vida perde a graça).
Feitas as ameaças, como todo balanço de atividades do movimento cineclubista está sujeito a fortes chuvas e trovoadas, deixem os guarda-chuvas na entrada e penetrem o recinto munidos de tortas, para terminarmos o ano com uma bela sessão de pastelão ao vivo ou morto.
O Cineclube Baixa Augusta volta das férias de julho com uma bela programação, relativa à segunda parte do ciclo Cinema e Literatura, cujo título é dedicado a nosso amigo, o polêmico Antônio Gouveia Jr.
O primeiro semestre versou sobre adaptações cinematográficas de obras relevantes de nosso teatro. No segundo semestre, a programação contempla romances, novelas, contos, crônicas e poesia que chegaram às nossas telas.
Como sempre, numa quinta, estudaremos com nossos olhos, mentes e corações as obras, na quinta posterior, realizaremos fórum de trocas culturais. Porém neste semestre, os fóruns, além de discutir o filme da semana anterior, terá sempre uma sessão “pinga-fogo” com profissionais, artistas, técnicos ou intelectuais envolvidos com lides cinematográficas ou simpatizantes.
Os fóruns são filmados pelo impagável João Luís de Brito Neto, e depois viram documentário à disposição de todos, mediante o pagamento de módicas quantias pecuniárias. Aliás, o epíteto “impagável” de JB se deve ao fato de que o pessoal enrola e não paga seus préstimos devidamente. Tudo bem, ele diz, ainda bem, dizemos nós.
Compareçam em massa e, não querendo entrar para a categoria “impagável”, tragam uns parcos dinheirinhos para a gente ajudar na manutenção da sala do Centro Cineclubista que, como não é Centro Alquimístico, ainda não conseguiu converter cobranças e ouro, uma vez que o senhorio não aceita tornar-se impagável, e não adianta dizer a ele que nosso filme predileto é “Brasileiro, profissão esperança”.
O primeiro do semestre é Budapeste. Leia o quadro as seguir, com toda a programação do semestre.
Vivao cinema brasileiro! Viva o cineclubismo brasileiro!
Baixa Augusta – Ciclo Antônio Gouveia Jr. de Cinema e Literatura
Ago (2000)
Dia
Evento
4
Budapeste (2010)
Valter Carvalho
11
Mário DJ: A produção digital hoje.
18
Policarpo Quaresma, herói do Brasil (1998)
Paulo Thiago
25
Maristela: A mulher na produção cinematográfica hoje.
Set (1990)
Dia
Evento
1
FILME SURPRESA
8
Diomédio Piskator: Memórias da Boca.
15
Memórias póstumas de Brás Cubas (2000)
André Clotzel
22
Diogo Gomes: Cinema e literatura.
29
A ostra e o vento
Walter Lima Jr.
Out (1980)
Dia
Evento
6
Grupo Ô de Casa: Música e Cinema
13
A hora da estrela (1985)
Susana Amaral
20
João Luís: “Era uma vez no meu bairro”
27
Sete dias de agonia (1982)
Denoy de Oliveira
Nov (1970)
Dia
Evento
3
Clery Cunha: Cidade Tiradentes nas telas do cinema.